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Dia 26 de Abril, pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal de Anadia, apresentação do livro Pedaços de Vida e Fantasia.A apresentação da obra esteve a cargo dos alunos da Escola Secundária de Anadia, Luís Martins, Marta Silva, Mariana Santos e Fábio Monteiro, preparação e coordenação da professora Dulcineia Borges.Foram fantásticos tal como eu já esperava, o Luís Martins escreveu a letra e compôs a música com que nos presenteou.Os meus sinceros agradecimentos a todos os presentes, incluindo a comunicação social da região. O evento foi patrocinado pela Câmara Municipal de Anadia e pela Vinícola Castelar. No final brindamos como não podia deixar de ser com o vinho tinto Pedaços de Vida e Fantasia.É sempre que com enorme prazer que visito Concelho de Anadia e a região.Até breve.
Posted by antónio paiva on quarta-feira, junho 17, 2009 at 7:40 da manhã | Permalink
"Gosto de recordar com orgulho quando, aos seteanos de idade, pedi à minha mãe que me concedesse umpequeno pedaço de terra, para eu poder semear sozinhoalgumas batatas. Ao que ela acedeu um pouco renitente,dando-me um pequeno rectângulo de terreno sombrio epouco produtivo. Eu não me importei, deitei mãos à terrae às sementes, cavei, abri regos, coloquei as sementes,estrumei e adubei. Satisfeito com o meu trabalho. Fiquei aaguardar o resultando, esperando com o passar do tempoe visitando o local amiúde. Comecei por ver as frágeis folhasa romper a terra, eu sorria de contente, foram crescendoficando cada vez mais fortes, até que chegou a alturade as colher. Eu, ansioso, peguei na enxada e dirigi-me aolocal e comecei a cavar cuidadosamente para não as estragar.Para meu espanto e para o espanto de todos, erambatatas enormes e em boa quantidade. Eu não cabia emmim de felicidade A partir dali nunca mais parei de semearo que me apetecia, de plantar árvores."in "Pedaços de Vida e Fantasia"António PaivaTestemunho que ficou a lição de vida, pois continuas a semear Amizades e a plantar SorrisosBeijo
Posted by Vanda Paz | 20/6/09 4:40 da tarde
"Gosto de recordar com orgulho quando, aos sete
anos de idade, pedi à minha mãe que me concedesse um
pequeno pedaço de terra, para eu poder semear sozinho
algumas batatas. Ao que ela acedeu um pouco renitente,
dando-me um pequeno rectângulo de terreno sombrio e
pouco produtivo. Eu não me importei, deitei mãos à terra
e às sementes, cavei, abri regos, coloquei as sementes,
estrumei e adubei. Satisfeito com o meu trabalho. Fiquei a
aguardar o resultando, esperando com o passar do tempo
e visitando o local amiúde. Comecei por ver as frágeis folhas
a romper a terra, eu sorria de contente, foram crescendo
ficando cada vez mais fortes, até que chegou a altura
de as colher. Eu, ansioso, peguei na enxada e dirigi-me ao
local e comecei a cavar cuidadosamente para não as estragar.
Para meu espanto e para o espanto de todos, eram
batatas enormes e em boa quantidade. Eu não cabia em
mim de felicidade A partir dali nunca mais parei de semear
o que me apetecia, de plantar árvores."
in "Pedaços de Vida e Fantasia"
António Paiva
Testemunho que ficou a lição de vida, pois continuas a semear Amizades e a plantar Sorrisos
Beijo
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Vanda Paz |
20/6/09 4:40 da tarde